Conheça os exércitos mais poderosos do mundo!

Os maiores forças militares do mundo estão concentradas na Ásia, na Europa e na América do Norte, embora também existam potências militares fora desses três continentes. Os países com as maiores forças armadas do mundo são os Estados Unidos, a Rússia, a China, a Inglaterra, a França, o Israel, a Índia, a Coreia do Norte, o Paquistão, a Coreia do Sul.

Embora isso seja um tanto relativo, já que a China e a Índia possuem os maiores exércitos do mundo e nem por isso são as maiores potências militares do mundo.

Países fortes conjugam batalhões numerosos, altos orçamentos e armas de última geração

1. Estados Unidos

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Efetivo: 1 414 000 soldados

Gasto militar anual: 329 bilhões de dólares (1 138 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Única superpotência militar depois do colapso soviético, os Estados Unidos são donos da mais poderosa esquadra do globo, que tem uma dúzia de porta-aviões gigantes, a maioria de propulsão nuclear. O país conta ainda com o maior arsenal nuclear e modernos armamentos operados por computadores e guiados por satélites

2. Rússia

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Efetivo: 988 100 soldados

Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (333 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O maior herdeiro da ex-URSS possui exército numeroso e pesquisa militar de ponta, mas tem poucos recursos para comprar equipamentos. A vocação por números astronômicos diminuiu: durante a Guerra Fria, a URSS chegou a ter 5,3 milhões de soldados — um recorde — e produziu mais de 70 mil tanques das séries T-54/T-55/T-62. Eles eram inferiores aos modelos ocidentais, mas podiam levar a melhor pela quantidade

3. China

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Efetivo: 2 270 000 soldados

Gasto militar anual: 48 bilhões de dólares (37 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O país mais populoso da Terra conta com bom número de armas nucleares e sempre teve Forças Armadas numerosas, mas o nível pouco sofisticado de sua indústria não permitia equipar as tropas com armas de última geração. Isso mudou recentemente: o salto econômico e a relativa abertura política das últimas duas décadas levaram a China a investir na modernização do arsenal

4. França
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Efetivo: 260 400 soldados

Gasto militar anual: 38 bilhões de dólares (636 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Para se proteger da ameaça comunista na Guerra Fria, os franceses criaram uma força nuclear própria com os três meios clássicos de lançar armas atômicas: mísseis em terra, em submarinos e em aviões. A indústria de defesa é uma das principais da Europa, produzindo tanques de ótima qualidade, como o Leclerc, e aviões clássicos como os das séries Mirage

5. Reino Unido

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Efetivo: 210 400 soldados

Gasto militar anual: 35 bilhões de dólares (590 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Até a Segunda Guerra (1939-1945), a Grã-Bretanha era a maior potência naval da Terra. Depois do conflito, a Marinha Real encolheu, mas ainda é uma das principais do mundo. O Exército sempre foi pequeno, mas é um dos mais profissionais do planeta, bem equipado com tanques, blindados de transporte de pessoal e uma parafernália de mísseis

6. Coréia do Norte

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Efetivo: 1 082 000 soldados

Gasto militar anual: 4,7 bilhões de dólares (214 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Assolado pela pobreza e pela fome, este país sustenta um dos estados mais militarizados do planeta. Envolvidos em disputas de território com a Coréia do Sul desde a década de 40, os comunistas do Norte contam com tropas numerosas com muito armamento convencional. Nas últimas décadas, o país desenvolveu tecnologia para produzir armas nucleares

7. Índia
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Efetivo: 1 298 000 soldados

Gasto militar anual: 13 bilhões de dólares (13 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

O segundo país mais populoso do planeta sempre esteve em briga com seus vizinhos muçulmanos. Hoje, o maior rival é o Paquistão, com quem disputa terras na região da Caxemira. As aguerridas tropas indianas estão entre as mais bem equipadas do Terceiro Mundo. Além de muitos soldados, a Índia tem armas nucleares e mísseis para transportá-las

8. Paquistão
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Efetivo: 620 000 soldados

Gasto militar anual: 2,5 bilhões de dólares (17 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

A maior potência militar muçulmana tem economia e população inferiores às da rival Índia, mas, para criar um “equilíbrio de terror” no sul da Ásia, o Paquistão também investiu em armas nucleares. Pouco se conhece sobre as armas atômicas ou sobre o tamanho do arsenal do país. Mas a existência da bomba dos dois lados da fronteira tem forçado Índia e Paquistão a uma convivência tensa — e “pacífica”, na medida do possível

9. Coréia do Sul

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Efetivo: 686 000 soldados

Gasto militar anual: 12 bilhões de dólares (266 dólares por habitante)

Armas nucleares: não

Graças à proteção dos Estados Unidos, o país atingiu níveis econômicos, científicos e tecnológicos muito superiores aos do vizinho do norte. Por causa da crise com os comunistas, a Coréia do Sul mantém Forças Armadas poderosas em prontidão na fronteira, embora não tenha armas atômicas. O equipamento é de alta qualidade, comprado dos americanos ou desenvolvido localmente com ajuda ianque

10. Israel

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Efetivo: 161 500 soldados

Gasto militar anual: 9,4 bilhões de dólares (1 499 dólares por habitante)

Armas nucleares: sim

Pequeno e pouco populoso, Israel se envolveu em conflitos com os vizinhos árabes e resolveu se armar até os dentes. Para compensar a inferioridade numérica, os israelenses optaram por qualidade: suas tropas estão entre as mais bem treinadas da Terra, a Força Aérea dispõe de tecnologia de ponta e a experiência em combate fez o país desenvolver algumas das melhores armas disponíveis, como o tanque Merkava

* Números referentes a 2002, ano mais recente em que as estatísticas foram compiladas. Fonte: anuário do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (International Institute for Strategic Studies – IISS)

Impávido colosso
Brasil é o mais bem armado da América do Sul, mas não fica entre os 10 mais do mundo
Efetivo: 287 600 soldados

Gasto militar anual: 9,6 bilhões de dólares (55 dólares por habitante)

Armas nucleares: não

Não dá para cravar uma posição para o Brasil no ranking mundial de exércitos — a única certeza é que não chegaríamos ao Top 10 —, mas dá para fazer algumas comparações. Numericamente, nossas tropas são as maiores da América do Sul. Tecnologicamente, somos semelhantes aos vizinhos. Com fronteiras bem definidas, não há grandes rivalidades regionais. Por isso, o país não tem o mesmo “estímulo” para investir em armas que outros países brigões do Terceiro Mundo.

Situação atual do Brasil e perpectivas:

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Brasil: a Força Aérea, até setembro de 2012, continua sem definição para o Projeto F-X2, que foi prorrogado para o primeiro semestre de 2013. A primeira aeronave A1-AM (AMX) modernizada já está fazendo voos de testes e as primeiras unidades devem ser entregues a partir do ano que vem. As três primeiras aeronaves de patrulha marítima Lockheed P-3M Orion foram entregues ao serviço ativo, servindo para análise operacional e treinamento das futuras equipagens. A Força Aérea recebeu um total de 15 helicópteros UH-60 Black Hawk, restando mais três unidades a serem entregues. Foi iniciado processo para a aquisição de pelo menos dois aviões de reabastecimento em voo, dentro do programa KC-X2, para substituir os antigos Boeing KC-137. Visando fortalecimento da defesa anti-aérea adquiriu nove radares de fabricação nacional SABER M60 e deverá iniciar licitação para a aquisição de sistemas de mísseis anti-aéreos de médio alcance, para reforçar a segurança na Copa do Mundo 2014 e nas Olimpíadas Rio 2016. No que tange a aeronaves remotamente controladas (VANT) foram adquiridos dois sistemas israelenses Hermes 450, mas prossegue o desenvolvimento de diversos tipos de VANT por empresas brasileiras; o Exército Brasileiro assinou contrato para aquisição do primeiro lote de avaliação do blindado de transporte sobre rodas VBTP Guarani totalizando 86 unidades e completou o recebimento de 220 unidades dos carros de combate alemães Leopard 1A5. Iniciou-se a modernização de 150 unidades do blindados M-113B e foi disponibilizado recursos para a aquisição de pelo menos três baterias do sistema ASTROS 2020, capaz de lançar foguetes guiados de 300 mm. Lançado o processo de criação do SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), estimado em US$ 6 bilhões, que integrará diversos sensores ao longo de toda a fronteira seca do país com onze de seus vizinhos sul-americanos; a Marinha recebeu os primeiros quatro helicópteros novos Seahawk S-70B, de um total de seis, para combate anti-submarino, assinou contrato para modernização de 12 aeronaves AF-1 Skyhawk e está adquirindo 26 blindados anfíbios AAV7 CLANF para os Fuzileiros Navais. Dentro do programa PROSUPER, ainda analisa as propostas dos diversos estaleiros internacionais e aguarda disponibilidade de verbas, para iniciar a construção de pelo menos 5 fragatas de 6.000 ton., 5 navios OPV de 1.800 ton. e um navio de apoio logístico de 32.000 ton. A Marinha adquiriu três navios OPV de 2.000 ton. novos, em uma compra de oportunidade, que haviam sido construídos na Grã-Bretanha para a Marinha de Trinidad e Tobago, que não pode adquirí-los por falta de recursos.

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